Fundação do Campo Lacaniano

Convite à Leitura 

 

Convidamos a ler este texto...texto escrito pelos psicanalistas Argentinos, Anabel Salafia e Norberto Ferreyra. 

Anabel e Norberto, ao longo de muito tempo de trabalho, se dedicaram à escrita de vários textos publicados sobre o tema "campo lacaniano", campo do gozo, anteriores a este texto fundacional, de 1991, da Fundación del do Campo Lacaniano:  “Por qué no hablar de ...campo lacaniano?”.

Este texto é apresentado no II Colóquio Interassociativo, realizado em Paris, em outubro de 1991, que foi um antecedente imediato, não o único, da criação da Fundación del Campo Lacaniano, em Buenos Aires, Argentina.

Este texto inicia-se com a pergunta: Por que não falar de algo que está tão frequentemente presente nas conversações, nas publicações, nas reuniões de todos aqueles que de uma ou outra maneira estão interessados em e pela psicanálise e, que ainda afeta aos que estão mais além desse domínio? 

Por que não falar do campo lacaniano?

Destacamos, aqui, o último parágrafo do texto por sua importância entre as inúmeras razões lógicas apresentadas para esta fundação: "Se o campo do gozo não leva o nome de Lacan, não continuará isto sendo uma apelação ao ser que siga solicitando esforços? Nada indica que Lacan pedira um esforço".

Conforme está situado, neste texto, Lacan indica que a questão da formalização do discurso da psicanálise é o escrito. Contudo, não se trata de letras que tenham a aparência de significar, e sim, se trata de autorizá-las, porque autorizá-las é bem mais que escrevê-las. São elas, as letras sem significação, conforme dizem seguindo os passos de Lacan, que constituem o quadripodo, o aparelho de discurso que dá conta da significância perdida, de "dit-mensionar a repetição freudiana".

Convidamos à  leitura deste importante trabalho, não só por ser um texto fundacional, mas também, pelo encaminhamento que nos dá da direção dos passos de Lacan.

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